Mulheres de meia-idade conquistam, pela primeira vez, uma vaga de emprego
No mundo corporativo, uma imagem realmente vale mais que mil palavras
Alguns dizem que beleza não põe mesa. Outros pedem perdão às feias, já que ser bonita é fundamental. Mas como é que fica essa discussão no mercado corporativo? Será que um belo sorriso vale um bom cargo?
Depois de ter terminado a graduação, engana-se quem pensa que os estudos acabaram. O mercado agora quer mais. Curso de extensão, especialização, mestrado, MBA. O negócio é saber qual das opções a sua carreira exige.
Quem assiste a um desfile não imagina o que tem por trás daquele glamour todo. Além de modelos badaladas, os bastidores estão cheios de gente que começou fazendo uma blusinha aqui, uma bolsinha ali e, hoje, ganha o pão à linha e agulha.
Antes, bastava o famoso pistolão para estar dentro de uma grande empresa. Hoje, esse quadro mudou. Não é apenas um bom indicador que garante o emprego, é necessário ter também indícios de que é competente para exercer a função.
Subir na vida. Este deveria ser o objetivo de todas as pessoas que estão construindo a carreira. No entanto, alguns têm pressa. E, na opinião dessas pessoas, trabalhar duro nem sempre representa o melhor meio de emplacar profissionalmente.
Falar que alguém veio ao mundo a passeio sempre carrega uma conotação negativa. No entanto, ao proferir essa sentença, não se leva em consideração que quem viaja faz bem não só a si próprio, como também para a economia do país.
Com a concorrência cada vez mais acirrada, a lei que rege o universo corporativo é a do “quem indica”. Para estar bem relacionada, a melhor alternativa é o networking. Uma rede de contatos que, literalmente, é a alma do negócio.
Trabalhar dá trabalho, certo? Imagina se você for fazer isso bem longe da sua casa. Pois é, mas tem muita gente que praticamente viaja para chegar ao emprego. E a conseqüência disso pode ser estresse, cansaço e baixa do rendimento.
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