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Já caiu no senso comum acreditar que, quando as coisas não vão bem na cama, provavelmente não vão bem fora dela. Mas, para avaliar corretamente o impacto do sexo no casamento, médicos da Southern Illinois University acompanharam mil casais, com idade média entre 28 e 30 anos, para saber qual a propabilidade do divórcio de acordo com questões ligadas às relações sexuais.
Foram avaliadas a frequência das relações, a satisfação sexual e o acordo entre os cônjuges sobre sua vida sexual. Kristina Dzara, uma das autoras do estudo, já derruba o primeiro mito: fazer sexo demais, ou menos, não quer dizer necessariamento que o casamento vai bem ou ruim. Outros fatores, como intimidade e relação cotidiana influenciam muito mais.
Para as mulheres, além da boa relação sexual - que não quer dizer necessariamente sexo frequente, mas com qualidade - é preciso satisfação nos outros aspectos da vida conjugal. Logo, elas enxergam a relação como um todo. A surpresa é que para eles tudo isso também importa. Mas entre os que disseram ter uma qualidade sexual maior, as chances do divórcio caíram 83%.
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