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Sexo

Guia da saúde sexual - 02/02/2010

Carolina Mouta

ATENÇÃO: ESTE CONTEÚDO POSSUI TEOR SEXUAL E É IMPRÓPRIO PARA MENORES DE 18 ANOS.

Já parou para pensar que, mesmo em um relacionamento fixo, você está exposta a um monte de doenças? Imagine em encontros casuais! Pois é, milhares de vírus e bactérias estão por aí, prontos para entrar em um corpo descuidado. Por isso, é importante estar informada e atenta sobre sua saúde íntima.

Veja a lista de doenças, formas de contágio, sintomas e prevenção

Por trás do beijo

Quando você conhece alguém interessante, o primeiro passo, depois da conversa, é o beijo. Uma intensa troca de fluidos é feita. E no meio da saliva lá vai ele: o vírus da mononucleose, conhecida como a doença do beijo. O diagnóstico é feito por detecção sorológica de anticorpos no sangue e pelo aparecimento de gânglios na região cervical.

"Quase 90% dos adultos são soropositivos. Isto significa que em quase todos os adultos, um dos episódios de "gripe" que tiveram nas suas infâncias ou adolescência foi antes, certamente, mononucleose infecciosa", esclarece o Dr. Amaury Mendes Junior, médico ginecologista e especialista em terapia sexual, que aconselha logo: "Cuidado antes de sair por aí beijando todo mundo!".

[olho]O casal que se respeita e pretende criar laços afetivos deve ter o hábito de consultar juntos o médico no início de um relacionamento, para receber orientação e fazer exames[/olho]

Cuidados triplicados

Passada a fase dos beijinhos - que também tem o fantasma dos populares "sapinhos" -, vem a etapa da relação sexual. Aí o cuidado precisa ser triplicado. As principais doenças sexualmente transmissíveis são sífilis, gonorréia, cancro mole, linfogranuloma venéreo, clamídia, micoplasma, herpes simples 1 e 2, Papilomavírus (HPV) e HIV. Muitas vezes elas são assintomáticas e, por isso, os exames são fundamentais. Segundo o especialista, a prevenção e o controle das DSTs devem ser baseadas em princípios básicos como educação, detecção dos portadores sintomáticos e assintomáticos, diagnóstico e tratamento, avaliação e tratamento dos parceiros e vacinação para prevenção.

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É muito importante que o casal tenha o hábito de conversar sobre as doenças, a saúde íntima de cada um e a forma de higienização. "O parceiro é corresponsável na disseminação das DST/AIDS, por este motivo a mulher não deve se omitir ou se melindrar em exigir o uso de preservativos e de um exame sanguíneo comprobatório de saúde física de seu par. O casal que se respeita e pretende criar laços afetivos deve ter o hábito de consultar juntos o médico no início de um relacionamento, para receber orientação e fazer exames se necessário", aconselha o Dr. Amaury.

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