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Ser magra é bom, e todo mundo gosta. Fatores estéticos à parte, estar em dia com a balança é fundamental para a saúde, sabia? O excesso de peso é fator de risco para diversas enfermidades, como problemas cardiovasculares e diabetes. No caso específico do câncer de mama, mulheres acima do peso têm maior nível de hormônio feminino na corrente sanguínea, o que pode aumentar as chances de elas terem a doença.
De acordo com pesquisa publicada no Journal of the National Cancer Institute, a obesidade aumenta o risco para câncer de mama nas mulheres pós-menopausa. Isso acontece devido ao aumento da quantidade de estrogênio no sangue. Níveis altos de estrogênio têm sido definitivamente considerados como fator causador do câncer de mama.
Muitos dos fatores de riscos estabelecidos para o câncer de mama são fixos, como histórico familiar ou genótipo; ou não modificáveis, como a idade da primeira menstruação, número e idade de gravidez e idade da menopausa. Já o ganho de peso é um fator que pode ser controlado.
Não é à toa que a obesidade é um dos piores males modernos. A praticidade do fast food e a tentação dos doces carregados de açúcar após um dia estressante de trabalho são chamados quase que irrecusáveis, que fazem com a gente deixe de lado tudo o que sabemos sobre alimentação saudável.
Comer mal por si só já é algo bem ruim. Pior ainda quando a dieta "sorvete-bife-batata frita-brigadeiro" é acompanhada por itens como sedentarismo e tabagismo. E isso não é pouca coisa. De acordo com o Fundo Mundial para Pesquisa em Câncer, cerca de 30% dos principais tipos de tumor - entre eles, o câncer de mama - poderiam ser evitados com alimentação saudável e equilibrada combinada com atividade física.
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