Poder de cura dos ímãs

por Gislaine Rabelo

O poder de cura dos imãs é conhecido há séculos, tendo sido utilizado por civilizações tão antigas como a romana e a grega. Ímãs são substâncias cujos elétrons estão alinhados em uma direção particular. Em tese, cada substância pode ser magnética se possuir número suficiente de elétrons, o ferro por exemplo, pode facilmente ser magnetizado.

Com dois pólos, positivo e negativo, o ímã intriga aos pesquisadores, e por causas ainda desconhecidas, sabe-se que o pólo positivo não é eficaz no processo de cura. Por outro lado, o negativo é conhecido por sua eficácia neste sentido.

É importante entender que a força de um ímã, ou a intensidade de seu campo magnético, é medido em gauss. E é a intensidade de gauss que determina se um ímã é eficaz ou não em tratamentos terapêuticos, como no alívio da dor, ou na cura de doenças. E esta força está diretamente ligada ao seu tamanho. Para ser usado com a finalidade de cura, deve ter entre 200 e 10.000 gauss. E quanto mais próximo da pele, ou da parte do corpo a ser tratada, maior será seu poder de ação.

Vale frisar, ainda, que existem 2 tipos de ímãs: permanente e pulsante. Cada um destes contém padrão variado. Os permanentes geram um campo magnético mais consistente. São indicados para tratar dores. Já o pulsante, com força inconstante e imprevisível, é mais forte em termos de cura, sendo usado até para tratar fraturas ósseas.

Um grande exemplo de tratamento feito com ímãs são as palmilhas magnéticas. São particularmente benéficas para eliminar a dor do conhecido como “esporão no calcanhar”. Um estudo americano mostrou que chegam mesmo a curar esta condição.

Também tem sido excelente no tratamento de dores nas costas, ou para acelerar o processo de cura da artrite, ou ainda, para eliminar dores musculares.

Mas como o ímã age no corpo humano? Basicamente, atraindo as partículas de metal que estão na corrente sanguínea, que contém milhões de partículas metálicas, como o próprio ferro, por exemplo. Essa atração aumenta o fluxo de oxigênio no sangue, o que acaba provocando a liberação de endorfinas, e outros elementos, que promovem a cura. Quanto maior for um ímã, mais rápido ocorrerá este processo.

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