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joellmaa78
20/11/2009 | 12h10m29s
Já fiquei um bom período sem sexo, depois do fim de um relacionamento mal acabado, e não sentia vontade alguma, mas depois um tempo, o desejo voltou.
Eu acredito sim, na abstinência dessas pessoas, mas que deve dar uma vontadezinha uma vez ou outra, acho que dá sim.




Ni Bernardes
20/11/2009 | 16h02m47s
Bem, no que diz respeito ao aspecto físico é sabido que, nos homens, a privação sexual por até três dias provoca aumento do sêmen e a potência do espermatozóide. A partir do terceiro dia porém, começa o declínio que pode se inverter entre o 7º e o 10º dia.

Nas mulheres, a abstinência de sexo por longo período provoca ressecamento e perda da elasticidade dos tecidos e fechamento do canal da vagina, causando dor e sangramento quando ocorrer o ato sexual.

Já no que se refere à psique, sabe-se que ficar longo tempo sem sexo não implica em nenhum transtorno, quando se trata de escolha pessoal.

Existem arraigadas à nossa cultura crenças e suposições infundadas de que falta de sexo provoca alterações do humor, quando na verdade esses sintomas podem aparecer simultaneamente como parte de um quadro patológico, ou seja, quando a abstinência sexual afeta negativamente o comportamento , é porque a pessoa já portava antes,por outras razões, alguns déficits cognitivos e comportamentais.

Particularmente acho que uma vida sexual saudável é melhor que muitos tratamentos estéticos que existem por aí (com a vantagem de ser gratuito e bem mais prazeroso).

Estudos indicam que o sexo pode diminuir a incidência de resfriados e, nas mulheres, regular o ciclo menstrual e aumentar a resistência à dor.

Muito sexo também ajudam na perda de peso e a rejuvenescer: estudos recentes realizados nos Estados Unidos e na Europa com mais de 3.500 mulheres,revelam que aquelas que mantinham no mínimo 3 relações sexuais na semana costumavam aparentar até 12 anos a menos.

O ato sexual regula hormônios variados ligados ao bem-estar, entre eles a dopamina, a ocitocina, o cortisol, o estrogênio e a testosterona.

Por todos esses motivos, a Organização Mundial da Saúde, desde 2000, inclui o sexo como um dos prérequisitos para a qualidade de vida, tão importante quanto praticar exercícios e se alimentar bem.

Se é tão bom, não vejo razões para ficar sem.

Para mim, sexo é uma coisa. Amor, outra. E paixão, uma terceira coisa bem distinta. É fabuloso quando tudo acontece simultaneamente e conseguimos o prazer integral com uma pessoa.

Mas minha consciência sexual já me permitiu transar sem amor e paixão, o que não deixou de ser muito bom.

Considero sexo prazeroso um dos maiores prêmios da minha vida adulta. Por uma série de fatores, posso abster-me do relacionamento afetivo com um homem, mas não me abstenho da sustentabilidade da minha vida sexual.

E, se não tiver um bom parceiro, aposto na eterna parceria que tenho comigo mesma.

Gosto de sexo - sem vergonha, sem preguiça e sem entraves- acompanhada ou sozinha.
Não tenho barreiras com masturbação.








janamadchen
20/11/2009 | 16h42m54s
Resumindo: Sexo só faz bem! rs






Sintia1
20/11/2009 | 20h04m13s
Acho que não. Senão o q seria dos padres e freiras? rsrsrs



comigo ninguem pode
20/11/2009 | 22h03m21s
eu acredito que não !



Ni Bernardes
21/11/2009 | 22h53m34s
Citoprev63, boa lembrança: também adoro Woody Allen!

Voltando ao tópico, vejo que os exemplos citados por você no começo do post referem-se a mulheres. A abstinência sexual para boa parte do sexo feminino não chega a ser um problema, porquanto mulheres sublimam com maior facilidade que homens.

Muitas vivem, por um longo período, casamentos verdadeiramente assexuados sem se ressentirem disso, porque transferiram sua cota de libido para a religião, para um ofício, a maternidade...

Abstinência involuntária sim é que é um problemão!
-Buaaaaaáááá!!!!

Chorava minha amiga, dia desses, lá em casa. A pobre é uma atriz famosa, na casa dos 60 anos. Tem, portanto, idade de sobra para ser minha mãe, mas estou começando a acreditar que é minha filha emocional.

Não suporta ficar sem namorado e já se meteu em inúmeras encrencas por causa disso. Não poucas vezes, perdeu sono, amor-próprio, dinheiro... desceu aos infernos por conta de alguns “cafas”.

Agora está numa fase de não encontrar namorado algum.

- Nenhunzinho!? – perguntei compungida.
- Nada! Nada! Buaaaaaáááá!!!!
- Nenhum daqueles casos esporádicos???
- Nadinha de nada! Verdadeiro limbo afetivo. Completo inferno sexual. Até parece “praga de freira”, como você diz...
- Por que então você não recorre a...
- Buaaaaaáááá!!!! Não me venha falar em masturbação. Sabe aqueles dias em que tudo o que uma mulher precisa é sentir o peso do corpo de um homem sobre o seu?
- Ah, se sei! – concordei condescendente – mas o que eu ia dizer é: por que você não recorre a um garoto de programa?
- E pagar por sexo?! – perguntou assustadíssima.
- Talvez seja mais prático e funcional recorrer ao “serviço especializado”, isso é, desde que você não resolva transformar o profissional em seu caso fixo, desde que você não se apaixone – corrigi em tempo.
- Buaaaaaáááá!!!! Ah que ponto de minha vida cheguei! Nunca pensei em pagar por... Buaaaaaáááá!!!!

Mas acabou pagando poucos dias depois. E tem andado com um sorriso de orelha a orelha.

Pagar por sexo? Nunca paguei. Mas se não estivesse emocionalmente comprometida, pagaria sem problemas.

Sempre paguei por bolsas, sapatos, jóias e tantas outras coisas que me dão prazer que, honestamente, não teria entraves em desfrutar de alguns momentos prazerosos com um sujeito sem outro compromisso senão o de pagar-lhe algum dinheiro previamente combinado.

Não tenho,em definitivo, vocação para a tal da abstinência!



dany.alves
22/11/2009 | 16h37m41s
Abstinência sexual??, jamais, casada, então, impossível, meu marido corre atrás de mim como um leão faminto rsrsrs, ás vezes eu é que tento me esquivar do tarado que tenho em casa. Quando solteira também não conseguia ficar sem, sempre tinha um alguém...um amigo disposto a algo mais....hehe.




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