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Amor

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BelaJana
19/03/2010 | 12h59m33s
Acho q n tem uma formula . Temos q tentar viver bem, respeitando um ao outro.
Um grande problema no casamento é o dinheiro pq muitos n entendem q depois do casamento o dinheiro n é mais "meu" e sim "nosso". O casal tem q sentar e decidir o q fazer juntos se n ficam batendo cabeça e n fazem nada.




kikkafloor
19/03/2010 | 13h32m36s
DEUS É AMOR!!!

BOM MAIS FALANDO HUMAMENTE,
EU ACHO QUE AMOR PRINCIPALMENTE EDUCAÇAO, RESPEITO, HOJE AS PESSOAS JA CASAM PENSANDO SE NAO DE CERTO SEPARA.. EU NAO ACREDITO QUE AMOR ACABA, ELE SE TRANSFORMA, E SEM DUVIDA NOS SOMOS RESPONSAVEIS POR NOSSAS ESCOLHAS E DEVEMOS ARCAR COM SUAS CONSEQUENCIAS.

AS PESSOAS HOJE AO MENOR SINAL DE DIVERGENCIAS VOU ME SEPARAR,
NINGUEM QUE ATURA UM DEFEITO



vvivian_aquariana
19/03/2010 | 13h45m55s
O amor pode ser de diferente conceito para cada um!!

Eu tenho um ótimo exemplo em casa que são meus pais, casados a 26 anos se conhecem desde os 16 ou 17 anos e estão com 50 anos cada, fico imaginando como é passar mais da metade da sua via com a mesma a pessoa... se não for amor não sei o que é!!

E não basta o casamento eles tem um restaurante e apesar de não trabalharem juntos um não faz quase nada sem o outro. Isso inclui misturar as dificuldades do trabalho, pq além do restaurante meu pai trabalha pra uma mega empresa e minha mãe trabalha em posto de saude, nas tarefas de casa não é td que meu pai sabe fazer mas ele sempre tenta ajudar, eles respeitam muito a privacidade um do outro e o mais importante eles tem o lazer separado, mas parecem casal de namorados , sai com minha mãe ontem e por ela teria ligado pro meu pai a cada 5 minutos e meu pai pra ela a cada 10 minutos, contanto que não atrapalhe o sono dele...e ele não fique sem conversar com ela




Ni Bernardes
20/03/2010 | 02h27m35s
Olha, casamento não é bolo. Não tem receita. Mas na minha vida conjugal funciona extamente o que você descreveu:

1) Ambos trabalhar fora e não MISTURAR dificuldades do trabalho com as do relacionamento...
Concordo plenamente! Algumas idéias do mundo do trabalho podem até ajudar na vida a dois.

Se, por exemplo, meu marido e eu conseguimos otimizar nossas agendas, organizando melhor nosso rotina, sobram horas extras para namorar um pouquinho mais.

Da mesma forma, alguns conceitos do casamento podem ajudar em nossas profissões: se o dia-a-dia no trabalho não for vivido com amor e entrega "na alegria e na tristeza", a profissão vira uma rotina infeliz e infelicidade é contagiosa: o casamento vai ser contaminado por isso!

Cada coisa em seu departamento, portanto!

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2) Fazer Schedule (esquemas) com as tarefas do lar...
Brinco dizendo que sou uma Amélia pós-moderna que, num dia, pode estar exercitando seus dotes culinários (adoro cozinhar!) em casa e, de repente, passar os três dias seguintes defendendo um projeto de trabalho importante noutra cidade.

Meu marido também trabalha muitíssimo, mas sempre foi participativo e tão responsável pelo bom funcionamento da infra-estrutura doméstica quanto eu.

Precisamos de alguns funcionários para manter toda a engrenagem doméstica funcionando, mas aqui em casa, não existe responsabilidade de "homem" ou de "mulher": quem estiver disponível em casa no dia, é quem dá as coordenadas e lista as tarefas dos funcionários, antes de sair para seu próprio trabalho.

O lema é ambos participarem pra nenhum morrer sobrecarregado. Afinal, a casa é dos dois!

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3) PRIVACIDADE respeitada...
Ser leal e íntima de meu marido não é sinônimo de ter que revelar tudo a ele: todas as gracinhas masculinas que escuto nas ruas, detalhes sobre todos os meus ex ou minúcias do que foi conversado naquele jantar só de mulheres.

Os casais de hoje vivem um paradoxo: de um lado, há pouco tempo para os momentos íntimos e, de outro, a intimidade é exposta sem limites. É o caso de ir ao banheiro com a porta aberta. Parece uma bobagem, mas são essas pequenas coisas que banalizam a relação, matam o mistério. E, como dizia Freud, para a sexualidade se expressar é necessário certa dose de mistério.

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4) Lazer juntos e separados...
No meu casamento, os momentos de lazer vividos juntos reafirmam que, mais que compromisso, casamento é alegria. É preciso deixar espaço para o improviso, a espontaneidade, aí cada encontro é uma oportunidade ímpar de reforçar o companheirismo.

Os momentos de lazer separados ajudam a romper com o grude e a simbiose – nos lembram que existem um homem e uma mulher e que eles não são “um só”, mas dois. É isso que alimenta o desejo do reencontro.

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4) Bater papo sobre assuntos do interesse comum...
Eu adoro conversar com meu marido e temos um leque bem vasto de assuntos: falamos desde culinária até terrorismo, sem jamais esgotar qualquer tema.

Desde o namoro, sempre considerei nossa relação intelectualmente muito instigante, porque um sempre apresenta determinado assunto por sua ótica muito particular e, em geral, muito diferente do ponto de vista do outro.

Eu aprendo muito com o que me é diferente. Minha linha de racicínio é mais ampla e horizontal e meu marido tem mais foco.

Ele costuma dizer, quando conversamos sobre certos assuntos:
- Seu pensamento vai longe!

Mas eu também me surpreendo com a capacidade que ele tem de prestar atenção nos detalhes.

Um assunto que não é nada comum aqui em casa é a clássica "discussão da relação."

É claro que temos arestas a aparar como todo casal, mas procuramos resolver as questões com bom humor e leveza, quando elas aparecem, sem precisar marcar um encontro solene para isso.

Trabalhar demais também é nosso antídoto contra brigas: com menos tempo juntos, o que sobra é pra curtir!





Ni Bernardes
20/03/2010 | 02h46m26s
Eu acrescentaria mais um item à sua lista:


6) "Não tomar o casamento dos outros (principalmente pai e mãe) como um modelo a ser seguido... "
Justamente por causa de pitacos de parentes (bem-intencionadíssmios,diga-se de passagem), no começo do nosso casamento eu disse a meu marido: - Você não é o meu pai e eu não sou sua mãe.

Pra evitar certas influências, cortamos o cordão umbilical, afastando-nos um pouco de nossas famílias de origem. Isso não significou abandoná-las ou desconsiderá-las, mas sim criarmos pra nós limites para a convivência.

A questão não foi tentar convencer os familiares da importância (óbvia) de um casal ter vida própria – mas vivenciá-la, na prática, curtindo mais a nossa casa, a nossa vida, os nossos hábitos, os nossos passeios de casal, marcando um território independente... o que inclui os espaços físicos e emocionais.

Com isso, criamos a nossa identidade de casal. Uma identidade só nossa que hoje as famílias reconhecem e respeitam.



suec@
21/03/2010 | 15h27m27s
citoprev querida! Não sou a pessoa mas indaicada para falar sobre esse assunto, mas de qualquer forma quero deixar a minha opinião. Em qualquer relacionamento o respeito é fundamenta! Uma vez eu ouvi o Tony Ramos comentanto num programa de televisão e eu nunca mais esqueci. Ele disse: " Num casamento, o amor pode, até, acabar, mas o respeito, nunca!", e é verdade, onde não há o respeito, não existe união, reciprocidade, fidelidade ele é a base de qlqr relacionamento, seja entre casais, namorados, amigos... Uma pena é eu nunca ter tido sorte nas minhas escolhas!!! Bjsss!!!



dany.alves
21/03/2010 | 19h59m23s
Não precisa dizer mais nada né.

Citoprev, Ni, Hypatia
Muito legal o que vcs escreveram.

Maria Braga, vc escreveu:

"O marido ñ pode lavar uma roupa, uma louça, limpar uma casa porque tem uma esposa pra isso. A sociedade nos rotulou a isso."

Muitas mulheres acostumam o homem mal. Lá em casa é diferente, a casa é dos dois, os dois trabalham fora, então os dois tem obrigação igual nas tarefas domésticas, qdo eu trabalho aos fds e meu marido folga, ele não sai de casa para o "futebol ou a cervejinha com os amigos" sem antes deixar tudo ajeitadinho. Quando chego não tem um copo fora do lugar. É muito importante o casal sempre conversar e além de marido e mulher serem amigos um do outro. Companheirismo é fundamental.




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