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JoyceBarbosa
01/11/2007 | 12h21m00s
ALGUEM TEM ALGUM DESSE PROBLEMAS?
FIZ UM EXAME E NO DIAGNÓSTICO CONFIRMA Q TENHO OU UM CISTO HEMORRÁGICO OU ENDOMETRIOMA.
JÁ FUI PARA VÁRIOS MÉDICOS E ME DISSERAM Q OS DOIS CASOS SÃO MUITO PARECIDOS, POR ISSO NO DIAGNÓSTICO NÃO AFIRMA QUAL SERIA DOS DOIS COM CERTEZA.
EMBORA, JÁ TENHA OUVIDO VÁRIAS EXPLICAÇÕES DOS MÉDICOS, GOSTARIA SABER DE VCS O Q SABEM A RESPEITO

ME AJUDEM.
BJOS



niqueeleo
01/11/2007 | 13h30m24s
Vc sente alguma dor?



JoyceBarbosa
02/11/2007 | 10h16m38s
Em relaçõ as dores, sempe sinto... suavizaram mais de um tempo pra cá, mais já estão voltando novamente.



Bian_capricorniana
01/11/2007 | 14h43m16s
Querida eu tenho endimetriose e só foi confirmado por meio de um exame chamado videolaparoscopia,é quase uma cirurgia,mas só através dele pode-se dizer com precisão se é endimetriose ou não.




niqueeleo
01/11/2007 | 13h36m35s
O q e cisto hemorragico no ovario?

Esta síndrome é caracterizada por sinais de hiperandrogenismo e/ou disfunção ovariana e/ou ovários policísticos ao ultra-som.

Os critérios para o diagnóstico, de acordo com o Consenso Internacional de Rotterdam 1, são no mínimo 2 de 3 dos sintomas:

1.

Ovários Policísticos ao Ultra-som.[veja mais]
2.

Falta de Ovulação Crônica ou Deficiência de Ovulação.[veja mais]
3.

Sinais Clínicos ou Laboratoriais de Hiperandrogenismo.[veja mais]

Portanto, apenas um ultra-som mostrando ovários policísticos não é suficiente para o diagnóstico desta doença.

Sintomas

Irregularidades Menstruais.

É um dos principais sintomas da S.O.P. Grande parte das mulheres tem atrasos ou mesmo ausência das menstruações.

Dificuldade na Ovulação.

Muitas mulheres com esta síndrome não tem ovulação regular. Este fato faz com que muitas delas tenham dificuldade em engravidar sem um tratamento eficaz.

No entanto isto não quer dizer que mulheres com S.O.P. não engravidem nunca !!! Muitas adolescentes com estes ovários pensam que não podem engravidar e acabam conseguindo uma gravidez indesejada.

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Problemas na Pele e aumento de pelos.

Acne, espinhas, queda de cabelo, pele oleosa e aumento de pelos são sintomas que podem fazer parte da síndrome. São chamados de hiperandrogenismo.

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Aumento de Peso

Muitas mulheres que tem Ovário Policístico apresentam aumento de peso.

Pacientes com síndrome de ovário policístico devem ser cuidadosamente avaliadas em relação à resistência à insulina e a síndrome metabólica, pois estas doenças estão relacionadas com maior chance de desenvolver alterações vasculares, diabetes, hipertensão arterial e risco cardiovascular aumentado.

Abortos

Pode haver uma correlação entre os altos níveis de LH com abortos em mulheres com esta síndrome.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito através do exame clínico, ultra-som ginecológico, e exames laboratoriais.

Ao ultra-som caracteriza-se pelo aparecimento de mais de 12 folículos na superfície de cada ovário, ou aumento do volume ovariano acima de 10 ml.

Este ultra-som deve ser feito entre o 3º e 5º dia do ciclo menstrual. Não sendo a mulher virgem deve-se dar preferência para a técnica de ultra-som transvaginal.

É importante definir que estes resultados não se aplicam a mulheres que estejam tomando anticoncepcionais orais. Se houver um folículo dominante ou um corpo lúteo é importante repetir o ultra-som em outro ciclo menstrual para realizar o diagnóstico.

Mulheres que apresentam apenas sinais de ovários policísticos ao ultra-som sem desordens de ovulação ou hiperandrogenismo não devem ser consideradas como portadoras da síndrome de ovários policísticos.

O tratamento dos Ovários Policísticos depende dos sintomas que a mulher apresenta e do que a mesma pretende.

A pergunta mais freqüente do médico é saber se a paciente pretende engravidar ou não.

Anticoncepcionais Orais

Não havendo desejo de engravidar, grande parte das mulheres se beneficiam com um tratamento a base de anticoncepcionais orais ou seja a pílula.

De fato a pílula melhora os sintomas de aumento de pelos, espinhas, irregularidades menstruais, cólicas e, em alguns casos, do aumento excessivo do peso.

Não há uma pílula específica para o controle dos sintomas. As de baixa dosagem tem sido as mais prescritas pelos ginecologistas. Existem pílulas que tem um efeito melhor sobre a acne, espinhas e pele oleosa.

Mulheres que não podem tomar a pílula se beneficiam de tratamentos à base de progesterona.

Dietas com baixas calorias e pouca gordura melhoram o aumento de peso contribuindo para o bem estar da paciente.

Em alguns casos medicamentos que são usados no tratamento da diabetes também tem sua aplicação.

Leia também: Benefícios e usos terapêuticos da pílula anticoncepcional

Cirurgia

Cada vez mais os métodos cirúrgicos para esta síndrome tem sido abandonados em função da eficiência do tratamento com anticoncepcionais orais.

Indução da Ovulação

Se a paciente pretende engravidar o médico lhe recomendará um tratamento de indução da ovulação não sem antes afastar as outras causas de infertilidade.

Não se deve fazer este tratamento em mulheres que não estejam realmente tentando engravidar.

O fato da mulher conseguir ovular com medicamentos não significa que a síndrome foi curada.

Antidiabetogênicos Orais

Estando a síndrome de ovários policísticos associada à resistência insulínica um dos tratamentos disponíveis é através de medicamentos para diabetes. Cabe ao médico e à paciente a avaliação do melhor tratamento.

Dieta e atividade física

Estas pacientes devem ser orientadas em relação a dieta e atividade física, concomitante com as medidas terapêuticas.

É necessário tratar ?

Pacientes com síndrome de ovário policístico devem ser cuidadosamente avaliadas em relação à resistência à insulina e a síndrome metabólica, pois estas doenças estão relacionadas com maior chance de desenvolver alterações vasculares, diabetes, hipertensão arterial e risco cardiovascular aumentado.

Mulheres com ovários policísticos e obesidade devem ser estimuladas a mudar seus hábitos alimentares e de atividade física visando a melhora global das alterações.



niqueeleo
01/11/2007 | 13h39m54s
A endometriose é uma doença caracterizada pelo crescimento de placas de tecido endometrial, o qual normalmente é encontrado apenas no revestimento uterino interno (endométrio), fora do útero.

Endometriose: Tecido Fora de Sua Localização Normal

Pequenos fragmentos de tecido endometrial (mostrados na ilustração como manchas vermelhas) podem refluir para o interior do corpo a partir do útero, passando pelas tubas uterinas e atingindo o interior da cavidade abdominal. Esse tecido adere aos ovários, aos ligamentos que sustentam o útero, aos intestinos delgado e grosso, aos ureteres, à bexiga, à vagina, à cicatrizes cirúrgicas ou ao revestimento da cavidade torácica.




A endometriose geralmente é confinada ao revestimento da cavidade abdominal ou à superfície de órgãos abdominais. O implante endometrial (tecido endometrial fora de sua localização normal) comumente adere aos ovários e aos ligamentos que sustentam o útero. Com menor freqüência, ele adere à superfície externa dos intestinos delgado e grosso, dos ureteres (tubos que conectam os rins à bexiga), da bexiga e da vagina, à cicatrizes cirúrgicas abdominais ou ao revestimento da cavidade torácica. Raramente o tecido endometrial é encontrado nos pulmões.

Como o tecido endometrial ectópico (fora de sua localização normal) responde aos mesmos hormônios aos quais o útero é responsivo, ele pode sangrar durante a menstruação, causando freqüentemente cólicas, dor, irritação e a formação de tecido cicatricial. À medida que a doença evolui, pode ocorrer a formação de aderências (faixas fibrosas que conectam estruturas que normalmente não apresentam conexão). O tecido endometrial ectópico e as aderências podem bloquear ou interferir sobre a função dos órgãos. Raramente, as aderências provocam obstrução intestinal.

A endometriose pode ocorrer em famílias e é mais comum em parentes de primeiro grau (mãe, irmã, filha) de mulheres que apresentam a doença que em outras mulheres. Outros fatores que aumentam o risco de endometriose incluem o primeiro parto após os 30 anos de idade, a ascendência caucasiana e a posse de um útero anormal. Estima-se que a endometriose ocorra em aproximadamente 10 a 15% das mulheres que menstruam, entre os 25 e os 44 anos de idade. Ela também pode ocorrer em adolescentes.

Desconhece- se a quantidade exata de mulheres que apresentam endometriose porque ela geralmente só pode ser diagnosticada através da visua-lização direta, geralmente durante uma cirurgia. Aproximadamente 25 a 50% das mulheres inférteis podem ter endometriose, que pode interferir fisicamente na concepção. A endometriose grave pode causar infertilidade por obstruir a passagem do óvulo do ovário ao útero. A endometriose leve também pode causar infertilidade, mas não está claro como ela o faz.

Causas e Sintomas

As causas da endometriose não foram estabelecidas. As células do endométrio de alguma maneira deslocam-se até locais fora do útero e continuam a crescer. Este movimento poderia ocorrer quando pequenos fragmentos do endométrio, descolados durante a menstruação, refluem através das tubas uterinas em direção aos ovários e entram na cavidade abdominal ao invés de acompanharem o fluxo menstrual através da vagina para o exterior do corpo.

A endometriose pode causar dor na região abdominal inferior e na área pélvica, irregularidades menstruais (p.ex., perda sangüínea discreta antes da menstruação normal) e infertilidade. Algumas mulheres com endometriose grave são assintomáticas, enquanto outras com uma doença mínima apresentam uma dor incapacitante. Freqüentemente, a dor menstrual devida à endometriose somente ocorre anos após o desenvolvimento da doença.

Algumas mulheres apresentam dispareunia (dor durante a relação sexual) antes ou durante a menstruação. O tecido endometrial aderido ao intestino grosso ou à bexiga pode causar distensão abdominal, dor durante a evacuação, sangramento retal durante a menstruação ou dor na região abdominal inferior durante a micção. O tecido endometrial aderido a um ovário ou a uma estrutura vizinha pode formar um endometrioma (massa com conteúdo líquido). Ocasionalmente, um endometrioma rompe ou apresenta escape, causando uma dor abdominal súbita e intensa.






niqueeleo
01/11/2007 | 13h40m14s
A endometriose é uma doença caracterizada pelo crescimento de placas de tecido endometrial, o qual normalmente é encontrado apenas no revestimento uterino interno (endométrio), fora do útero.

Endometriose: Tecido Fora de Sua Localização Normal

Pequenos fragmentos de tecido endometrial (mostrados na ilustração como manchas vermelhas) podem refluir para o interior do corpo a partir do útero, passando pelas tubas uterinas e atingindo o interior da cavidade abdominal. Esse tecido adere aos ovários, aos ligamentos que sustentam o útero, aos intestinos delgado e grosso, aos ureteres, à bexiga, à vagina, à cicatrizes cirúrgicas ou ao revestimento da cavidade torácica.




A endometriose geralmente é confinada ao revestimento da cavidade abdominal ou à superfície de órgãos abdominais. O implante endometrial (tecido endometrial fora de sua localização normal) comumente adere aos ovários e aos ligamentos que sustentam o útero. Com menor freqüência, ele adere à superfície externa dos intestinos delgado e grosso, dos ureteres (tubos que conectam os rins à bexiga), da bexiga e da vagina, à cicatrizes cirúrgicas abdominais ou ao revestimento da cavidade torácica. Raramente o tecido endometrial é encontrado nos pulmões.

Como o tecido endometrial ectópico (fora de sua localização normal) responde aos mesmos hormônios aos quais o útero é responsivo, ele pode sangrar durante a menstruação, causando freqüentemente cólicas, dor, irritação e a formação de tecido cicatricial. À medida que a doença evolui, pode ocorrer a formação de aderências (faixas fibrosas que conectam estruturas que normalmente não apresentam conexão). O tecido endometrial ectópico e as aderências podem bloquear ou interferir sobre a função dos órgãos. Raramente, as aderências provocam obstrução intestinal.

A endometriose pode ocorrer em famílias e é mais comum em parentes de primeiro grau (mãe, irmã, filha) de mulheres que apresentam a doença que em outras mulheres. Outros fatores que aumentam o risco de endometriose incluem o primeiro parto após os 30 anos de idade, a ascendência caucasiana e a posse de um útero anormal. Estima-se que a endometriose ocorra em aproximadamente 10 a 15% das mulheres que menstruam, entre os 25 e os 44 anos de idade. Ela também pode ocorrer em adolescentes.

Desconhece- se a quantidade exata de mulheres que apresentam endometriose porque ela geralmente só pode ser diagnosticada através da visua-lização direta, geralmente durante uma cirurgia. Aproximadamente 25 a 50% das mulheres inférteis podem ter endometriose, que pode interferir fisicamente na concepção. A endometriose grave pode causar infertilidade por obstruir a passagem do óvulo do ovário ao útero. A endometriose leve também pode causar infertilidade, mas não está claro como ela o faz.

Causas e Sintomas

As causas da endometriose não foram estabelecidas. As células do endométrio de alguma maneira deslocam-se até locais fora do útero e continuam a crescer. Este movimento poderia ocorrer quando pequenos fragmentos do endométrio, descolados durante a menstruação, refluem através das tubas uterinas em direção aos ovários e entram na cavidade abdominal ao invés de acompanharem o fluxo menstrual através da vagina para o exterior do corpo.

A endometriose pode causar dor na região abdominal inferior e na área pélvica, irregularidades menstruais (p.ex., perda sangüínea discreta antes da menstruação normal) e infertilidade. Algumas mulheres com endometriose grave são assintomáticas, enquanto outras com uma doença mínima apresentam uma dor incapacitante. Freqüentemente, a dor menstrual devida à endometriose somente ocorre anos após o desenvolvimento da doença.

Algumas mulheres apresentam dispareunia (dor durante a relação sexual) antes ou durante a menstruação. O tecido endometrial aderido ao intestino grosso ou à bexiga pode causar distensão abdominal, dor durante a evacuação, sangramento retal durante a menstruação ou dor na região abdominal inferior durante a micção. O tecido endometrial aderido a um ovário ou a uma estrutura vizinha pode formar um endometrioma (massa com conteúdo líquido). Ocasionalmente, um endometrioma rompe ou apresenta escape, causando uma dor abdominal súbita e intensa.






JoyceBarbosa
01/11/2007 | 14h08m21s
ADOREI O ARTIGO, MAIS AINDA TENHO UMA DÚVIDA: ENDOMETRIOMA É O MESMO Q ENDOMETRIOSE?



niqueeleo
01/11/2007 | 14h54m37s
Eu acho q não, mas pergunte a seu médico!!
bjus...




Neilany86
06/11/2007 | 16h44m49s
Olha, joyce pelo que eu saiba endometriose é quando a camada do canal uterino é muito grossa. ela é constatada até aonde eu sei, quando a menstruação vem muito intensa,ou seja, com o fluxo muito exagerado do normal.Minha mãe já teve endometriose e ela teve que fazer uma microcirurgia de raspagem da parede e para ser realizada esta cirurgia, ela teve que tomar duas injeções na barriga cujas tinham um valor de 1000,00 a sorte dela foi que ela conseguiu encontrar estas injeções em um posto de saúde, aqui em Santos,por que se não ela iria ter que arcar com as despesas das injeções carissímas e se ela não as conseguisse não poderia fazer a cirurgia,pois a injeção faz parte do procedimento da cirurgia.
Mas tudo aconteceu mto bem e minha mãe já não tem mais problema de endometriose!.
Agora no seu caso, não sei oq significa endometrioma! mas não há de ser nda grave não viu!!
Não se preocupe!!Vá ao seu médico e tire todas suas dúvidas, não fique sem perguntar nda,

bjos! Se cuide!




pritoepper
30/06/2008 | 14h07m57s
Olá meninas boa tarde !!!!

é a primera vez q estou partcipando em Fóruns e tenho uma dúvida a respeito da sindrome de ovário policistico
pois fins alguns exames esses dias e meu Ginecologista constatou q eu realmente tenho essa sindrome....
Então gostaria de saber se alguma de vcs , sente dores no pé da barriga....tipo fisgadas....
E se alguma de vcs conseguiram engravidar tendo SOP ???
bjos e aguardo ansiosa pela resposta.....obrigadooo



llindamari
01/07/2008 | 08h19m13s
olá querida!! eu já fiz duas cirurgias de endometriose. Uma na parede abdominal e a outra nos ovários- fiz uma vídeo laparoscopia -feita pelo umbigo. As duas cirurgias foram simples e me sai muito bem mas a endometriose geralmente volta e esse é o problema maior. Tenho um filho de seis anos e me casei com um homem que não tem filhos e naturalmente ele quer um. Estou tentando engravidar desde dezembro e nada. Vou procurar meu médico este mês e saber dele o que devo fazer. Quem tem esse problema tem dificuldade para engravidar. estou preoscupada mas vou procurar relaxar... bjos a todas vcs. um cheiro



GreiceKely
01/07/2008 | 20h11m46s
ola tenho um cisto emorragico e queria saber se quem tem cisto emorragico ovula normalmente?



GreiceKely
01/07/2008 | 20h14m40s
sim ovula normalmente



martagide
03/07/2008 | 11h12m34s
oi
minha querida endometriose e o nome da doença, ja o endometrioma e o k a doença causa os cuagulos sao chamados de endometriomas, o endometrioma e k se vai alojar fora do utero isso nos ovarios, trompas, ligamentos, intestinos ureteres bexiga e por ai.
para quem quer ter filhos isso fica um pouco complicado, mas acredito que nao e nada que com acompanhamento medico especializado nao se trate, o importante e voce procurar um bom especialista, alguem entendido no assunto mesmo, um especialista em endometrioses.
vou dar a você o correio de um ele é especialista em endometriose mas nao esta ai no brasil, mas se quiseres podes tirar algumas duvidas com ele kochmermed@worldonline.co.za

fala com ele bjos




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Você
:D


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