FFaria:
Falou tudo! E pelo que me contam, tem mulher que nem precisa do toquinho. Algumas amigas me disseram que já tiveram o maior orgasmo da vida sonhando. Literalmente.
Eu não chego a tanto. Já tive sim muitos sonhos eróticos, mas nunca gozei com um sonho. Até prefiro estar bem acordada nessas horas.
E, para mim, o tal do ponto \"G\" sempre foi qualquer gerador de estímulos deliciosos na hora \"H\". Qualquer parte do meu corpo e do corpo do parceiro também. Uma tacinha a mais de vinho, um filme erótico, uma roupa sensual ou a completa ausência de roupas, claro!
O segredo é transar com arte, habilidade e amor. Não estou falando necessariamente de amor romântico, mas do amor-próprio que se traduz em não ter pudores ou preconceitos com o próprio corpo (nem com o do parceiro). Dar aos corpos as carícias de que eles mais gostam de receber.
Pra mim, na intimidade, só não é lícito o que não for da vontade de ambos.
Acho que não é válido fazer coisas que não se aprecia, só pra não contrariar o outro.
Quando dois não querem, pelo menos um não goza.
Havendo mutualidade, é fácil e natural chegar àquela sensação de plenitude. Algo que transcende o tal ponto G: uma satisfação de A a Z .
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