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1 a 3 ANOS

De 1 a 3 anos 166 tópicos | 2.112 repostas
brucar
23/08/2010 | 09h36m03s
A quem diga que educar um filho nos dias de hoje é uma tarefa de Hércules. São muitas as alegrias, mas são tantos os conflitos e aflições ao assumir os papéis de pai e mãe que o casal, muitas vezes, entra em pânico. Muitas perguntas passam pelas cabeças dos pais, sentem-se inseguros, desorientados e não têm ainda definidos os seus papéis de educadores.
A própria estrutura da família tem passado por alterações radicais, principalmente, no que se refere à distribuição de tarefas para o homem, para a mulher e para os filhos.
Um dos grandes problemas, bem visível na criação e educação dos filhos é a imposição de limites. Impor limites. Ter autoridade, sem ser autoritário. A autoridade torna-se uma manifestação de amor e afeto quando exercida com equilíbrio. Ela transmite segurança. A criança não amará mais os seus pais porque eles lhe dão total liberdade, porque pode fazer o que bem entender. Ela perceberá a falta de estrutura e de segurança, sentindo-se menos protegida para a vida. É importante os pais perceberem que a criança precisa de liberdade, mas que por si só não tem condições de avaliar o que é melhor ou pior para ela mesma. Educar é tarefa complexa. A cada nova etapa do desenvolvimento dos filhos há um novo desafio à criatividade e à flexibilidade dos pais, visto que deles é exigido mudanças de padrões de conduta e novos modos de atender os filhos em suas novas necessidades.
É de vital importância os pais darem aos filhos a segurança do seu amor. É mais importante a qualidade do afeto que a quantidade de tempo disponível aos filhos. A vida profissional dos pais nos dias atuais, apesar de suas elevadas exigências, pode ser ajustada a uma vida particular equilibrada. É necessário conceder tempo às crianças, para que sejam crianças. Muitos adultos sobrecarregam a agenda dos filhos como se fossem pequenos executivos. Horário para tudo: escola, balé, futebol, língua estrangeira, música, excesso de lições, outras atividades sociais, etc. E se esquecem que são, ainda, apenas crianças. Precisam brincar, partilhar, ter amigos, e, desse modo desenvolver a socialização, a convivência.
Os pais precisam transmitir valores aos filhos. Valores como respeito ao próximo, ética, cidadania, solidariedade, respeito ao meio ambiente, auto-estima, que levarão as crianças a serem adultos tranqüilos, carinhosos, flexíveis; adultos que sabem resolver problemas e são abertos ao diálogo e às mudanças do mundo.
Os caminhos de nossa evolução pessoal são difíceis e tortuosos, deparamo-nos com muitas frustrações, adversidades e desilusões, mas, quando superamos as dificuldades surgem as alegrias e desenvolvemos a nossa auto confiança. Não existem pais perfeitos, nem filhos perfeitos. Educando, convive-se com muitos erros e muitos acertos. O importante é dar exemplos certos, coisa que só se consegue educando com o coração.




marcinha23
07/09/2010 | 01h37m09s
concordo,fui criada com limites,e tenho adimiração pelos meus pais.



edislayne
09/09/2010 | 16h00m36s
pois é marcinha eu concordo, tambem fui criada com limites, claro meus pais nunca me deixaram faltar amor, e conversa, mas essas conversas vieram quando eu ja podia entender, castigos muitos, mas meu pai sempre me falava o motivo dos castigos pra eu saber pq nao ia pra casa de uma amiga ou porque eu nao estava indo pro parque de diversoes e quando adolescente porque eu nao fui pra certos passeios ou pras festas e j]hoje sou a maior fã dos meus pais, e sinto a mesma coisa do lado dos meus irmaos, hj se fala muito em amor, mas poucos sabem o que de fato isso significa e acha que porque ama tem que deixar fazer tudo, ja outros com medo de que os filhos nao os obedeçam passam o dia com gritos e tapas, o que faaz nao a criança ter respeito mas sim medo e o ruim disso é que um dia esse medo acaba.




catiany
16/09/2010 | 15h46m28s
Pois é concordo que com criança tem que haver limites pra tudo; nesses últimos dias tenho sofrido com a educação de minha filha, pois trabalho passo o dia todo no trabalho e só a encontro a noite e nos finais de semana, em casa ela é um anjo, doce, amável, me obedece, tem dois anos e tudo que eu falo eu obedece. Mas na casa da avó onde desde os quatro meses de idade ela passa o dia, ela nunca teve limites, agora bate nos avós, já quebrou o som, vive tentando liga o botijão de gás, a avó não consegue trocar a roupa, dar banho, pois ela não deixa, e sempre ela disse que eu e meu marido não sabemos como criá-la, acho que a teoria de criação dela tá equivocada.
Vou sair do emprego para cuidar da educação de minha filha, pois já diz o ditado: "Quem pariu Mateus que o balance!" é o mais certo que já ouvi.



AneGomes177
16/09/2010 | 20h44m31s
Não tive a melhor educação do mundo, porém, hoje como mãe, sei que se meus pais erraram algumas vezes foi tentando acertar.
Porém, tive muitos bons exemplos de honestidade, bondade, coragem, humildade e acima de tudo respeito.
E é a graças essa mistura de erros e acertos que me tornei a mãe que eu sou, sendo amorosa e compreensiva na maior parte do tempo, mas também firme quando necessário.
Mostro ao meu filho que ter limites é necessário para tudo na vida.
Posso não ser a melhor mãe do mundo, mas posso ver no meu filho e em suas atitudes que estou fazendo um excelente trabalho, preparando ele para o mundo e o mundo para ele.
Seu rostinho feliz e alegre me prova que a educação que ofereço á ele pode ensiná-lo e disciplinado e sem fazê-lo infeliz.
E os elogios recebidos são como incentivos para que eu possa continuar com essa educação buscando melhora cada dia mais.
Meu maior orgulho é de ser mãe... É graça a esse sentimento que possuo as ferramentas necessárias para que meu filho cresça e se torne um ser humano justo e que possa somar e contribuir para um mundo melhor.

Não sou perfeita, ate porque ninguém é.
Mas acredito que o sucesso da educação que ofereço á meu filho seja porque, eu aprendi a ouvi-lo.
Dialogamos bastante, quando ele faz alguma tolice (claro, estamos falando de uma criança ( um ser pequeno) com gosto e necessidades diferentes, sem perfeição...) digo á ele que estou triste, e lhe dou o mesmo direito, se caso eu tenha sido injusta com ele.
Praticamos o pedido de desculpa, tanto dele comigo quanto eu com ele...
Ensino á ele, que mesmo sendo mãe dele posso errar, e preciso dele para me dizer quando errei e como posso melhora.
Confesso que as vezes olho para ele, e fico pensando que talvez eu trate ele como um mini adulto... Não sei!
Mas por incrível que pareça ele corresponde muitas vezes com certa maturidade.
O importante é que ele é saudável, esperto, brinca e se diverti como toda criança, e como ele mesmo já me respondeu, é claro que eu sou feliz, neh?! Mãe! (uma vez perguntei a ele, se era feliz?! Essa foi à resposta dele rsrsrs).

bjus
boa noite




deiapst
01/11/2010 | 01h22m55s
Hoje esta tão dificil criar filhos naum sei se prendo ou solto, se eu prendo faz coisas erradas pois nunca soltei, e se solto a liberdade é tanta que acabam indo pro caminho errado o que fazer? ai meu Deus como ta dificil...



Freitas_77
16/11/2010 | 10h08m51s
eu também cresci a ter limites, mas eu era uma criança calma, sempre fui obediente aos meus pais, mas as vezes teimosa, mas eles sempre souberam dar-me a volta com carinho e mt dialogo, e na adolescencia tb nunca me bateram! hoje é um pouco mais complicado educar uma criança mas não é impossível, impondo limites saber dizer não, mas temos nós como pais sentir-nos seguros do que tamos a dizer, pq se a criança sentir que não acreditamos, no que tamos a dizer não obedece, mas tb com mt carinho, tentarmos ver na pele o q sentem, para corresponder o que eles querem sem perder a nossa autoridade! etc!eu sou mãe de uma bébé de dois meses e tb já trabalhei num ATl.




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