O
bullying é um problema mundial e vem se disseminando em grande velocidade nos últimos anos. Saiba mais sobre o tema:
- Em todo o planeta, as taxas de prevalência de
bullying revelam que entre 5% a 35% dos alunos estão envolvidos no fenômeno. Pesquisas realizadas pela educadora Cleo Fante mostraram que, no Brasil, 49% dos alunos estavam envolvidos. Destes, 22% eram "vítimas", 15% "agressores" e 12% "vítimas-agressoras".
- Nesses estudos, 80% dos classificados como "agressores" atribuíram o comportamento como necessidade de reproduzir contra os colegas os maus-tratos sofridos em casa ou na escola.
- São inúmeras as conseqüências do
bullying sobre as vítimas: déficit de concentração e aprendizagem, baixa no rendimento escolar, absenteísmo, desistência dos estudos, queda na resistência imunológica e na auto-estima, transtornos psicológicos, estresse, sintomas psicossomáticos (dor de cabeça ou de estômago, enjôos, diarréia, sudorese, taquicardia e tonturas, por exemplo), depressão e suicídio.
- Quem pensa que os agressores não sofrem conseqüências está enganado: eles distanciam-se dos estudos, passam a acreditar que a violência é a única maneira de obter o que desejam, desenvolvem condutas delituosas e ainda podem se tornar adultos bastante violentos.
- Quem assiste a tudo calado também sofre, principalmente com a parte emocional: fica estressado, inseguro, ansioso e medroso, comprometendo seu processo sócio-educacional.
- O
bullying é praticado por ambos os sexos, mas cada um tem sua tática. Enquanto os meninos fazem agressões e xingamentos na frente de todo mundo, as meninas adotam uma estratégia mais velada: espalham fofocas e histórias mentirosas sobre outra pessoa para conseguir que toda a turma se afaste dela. Geralmente o que as move a praticar esse tipo de atitude é a inveja das meninas mais populares ou mais bonitas da escola.
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