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Os xiitas de plantão podem até chiar com a presença de Katy Perry e Rihanna no line up do Rock in Rio, mas verdade seja dita: uma das características mais marcantes do festival de música é a mistura de ritmos e estilos. Se o primeiro dia foi dedicado ao pop e o segundo dedicado ao rock, nada mais justo que um só para o heavy metal. E foi o que aconteceu.
No último domingo, 25, as grandes atrações do evento que tem parado o Rio de Janeiro , foram as bandas de heavy metal Metallica e Slipknot. Pelos gramados, milhares de homens e mulheres se vestiram de preto e não economizaram nos aneis e tachinhas, para celebrarem a festa dedicada a eles. Sabendo que não é raro na adolescência sermos tão fãs de um estilo musical, o BOLSA DE MULHER perguntou aos famosos que marcaram presença na área vip: "Qual era a sua tribo?".
Erik Marmo, quem diria, por trás do rosto angelical, disse que era metaleiro e estava ansioso pelo show do Sepultura: "Adoro Sepultura e Metallica, sempre gostei de um som pesado", afirmou o bonitão que poderia muito bem ser da mesma tribo de Marcos Pitombo: "Nunca cheguei a andar de preto, essas coisas, mas quando moleque só ouvia Metallia, Nirvana e Red Hot Chilli Peppers", garantiu.
Para se juntar à dupla de bonitões, nada melhor que um ótimo exemplar da beleza feminina: Ellen Jabour. A modelo e apresentadora confessou que era uma roqueira de carteirinha e agradece aos amigos por terem ensinado a ela a ouvir "boa música". "Eu era a roqueira clássica, andava de preto, seguia a banda dos amigos. Sentia muitas dores no pescoço de tanto balançar os cabelos", contou ela, fanática por Metallica e Guns'N'Roses ainda hoje.
Já Bárbara Paz, mesmo afirmando que "todo jovem tem uma fase metaleira", era mesmo da tribo das "hippongas" e Ricardo Pereira, inusitadamente, era da galera do surf, daqueles que só pensavam em passar o dia todo na praia. Raphael Vianna é um ótimo exemplo de que para fazer parte de uma tribo, quase sempre é preciso de um incentivo: "Meu irmão sempre me influenciou muito. Eu era do skate e curtia muito RPM, Legião Urbana e Titãs", relembra ele que hoje "não faz parte de tribo alguma".
E por fim, Caio Castro, como todo jovem ávido por tentar encontrar seu lugar no mundo, não vê problemas em transitar por diversas tribos: "Já fui do surf, do reggae, do rock e hoje acho que não tenho tribo definida", pondera o galã, provando que o importante é não ter preconceitos.
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