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Você sabia que a forma como nos sentimos no dia a dia pode influenciar diretamente no nosso tempo de vida? Pois é, um recente estudo britânico realizado na Universidade de Londres, publicado na revista científica online Proceedings of the National Academy of Sciences afirma que ser feliz reduz a morte prematura em até 35%.
Tudo bem, passar por momentos tristes não mata ninguém. Mas que a autosatisfação e a alegria estão diretamente ligados à saúde e longevidade isso já é certo. Pelo menos foi o que os cientistas conseguiram analisar depois de entrevistar cerca de quatro mil pessoas com o intuito de diagnosticar a forma como os sentimentos afetam a vida das pessoas, monitorando o que é conhecido pelos cientistas de ‘efeito positivo’ e o ‘efeito negativo’. Ou seja, os efeitos causados pelos sentimentos felizes e, também, o oposto, com emoções como tristeza e ansiedade.
Ao contrário das pesquisas publicadas anteriormente, o estudo não se baseia nos relatos de infância ou adolescência dos pacientes, e sim na maneira que eles encaram os acontecimentos de forma geral. Durante pesquisa os entrevistados que estavam participando de um estudo sobre envelhecimento descreveram seus sentimentos quatro vezes ao dia, relatando sensações como medo, preocupação, felicidade, anseios e desejos.
Depois de cinco anos acompanhando os participantes, os pesquisadores concluíram que 7% das pessoas que mostraram menos nível de felicidade faleceram, enquanto apenas 3,6% das pessoas que se diziam felizes morreram.
Agora que você sabe que a felicidade protege contra doenças é hora de encarar a vida de uma maneira mais leve, você não acha?
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