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Roller Derby conquista espaço no Brasil

por Redação | 26/01/2012

Modalidade já conta com ligas em diversos estados do país




Roller Derby conquista espaço no Brasil

O senso comum determina que o Brasil é o país do futebol e que mulher não gosta deste esporte. Estas duas afirmações não representam uma verdade absoluta. De qualquer forma há um novo esporte chegando ao Brasil e caindo na graça da mulherada: o Roller Derby.


O esporte surgiu nos Estados Unidos na década de 30, porém somente nos anos 50 se popularizou. Embora já fosse considerado um esporte bruto manteve o auge até a década de 70. Em 2011, algumas meninas moradoras da região do Texas resgataram o esporte, sendo que algumas regras foram criadas para a violência fosse controlada.


No site oficial do esporte é possível encontrar a seguinte definição: “Cada equipe possui na pista um único patinador, chamado jammer, capaz de marcar pontos. O objetivo é conseguir marcar o maior número de pontos, que são calculados de acordo com a quantidade de voltas dadas nos patinadores do time adversário. Os patinadores restantes, que não estão marcando pontos, trabalham no ataque e na defesa ao mesmo tempo – para bloquear a jammer oposta e abrir o caminho para sua própria jammer.”


Não há bolas, tacos, gols nem outro tipo de acessório. No Brasil há ligas em diversos estados, entre eles, Espírito Santo, Amazonas, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Distrito Federal e São Paulo, como a Ladies of Hell Town. Até mesmo o cinema já retratou uma história em que o Roller Derby estava envolvido.


Em 2009, a atriz Drew Barrymore estreou na direção de “Whip it” e trouxe às telonas o caso de uma garota que contra a vontade de sua mãe, que prefere ver a filha candidata de concursos de beleza, se torna jogadora de roller derby.


Há outro detalhe importante. Todas as jogadoras devem ter um nome de guerra exclusivo. Para que este apelido não se repita há uma lista internacional contendo todos os já cadastrados. Embora a atividade seja popular nos Estados Unidos, os times não contam com patrocinadores. As meninas costumam dormir umas nas casas das outras e, no geral a visitante se hospeda na residência da anfitriã.

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