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A celulite é uma velha e desagradável conhecida nossa. Boa parte do sexo feminino convive com esse tormento, cerca de 95%(!). Apesar de ser um problema comum, as causas são complexas. Geralmente, estão ligadas às grandes alterações hormonais, como puberdade, gravidez e uso de anticoncepcionais, por exemplo. No entanto, a ciência, aliada de toda mulher, não dá trégua, e desenvolve novas terapias e princípios ativos cada vez mais eficientes.
Antes de partir para o ataque, é importante saber que a celulite se divide em graus. Nas mais sortudas, as de grau um, elas só aparecem se a pele for comprimida. Normalmente são encontradas em adolescente, mas algumas crianças têm propensão também. Já as de grau dois, ainda aceitáveis (sejamos bondosas), são visíveis sem a compressão e formam pequenas ondulações na pele. Esses dois níveis, obviamente, são mais fáceis de tratar.
O problema começa a complicar quando os nódulos se tornam indisfarçáveis e endurecidos. Isso quer dizer que já ocorreu fibrose, cicatrizes internas provocadas por um processo inflamatório, caracterizando o grau três. As de quarto grau deixam a perna inchada, dolorida e com constante sensação de cansaço.
Para entender melhor esse processo, veja a simulação no infográfico.
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