Dia das Mães

A beleza ao avesso

por Patricia Paladino | 28/03/2009

Como aceitar sermos quem somos e desenvolvermos a autoestima




Comentários (6)

  • DafniT.O.
    DafniT.O. comentou:
    20/03/2010 | 00:14

    Olá amigas.. passei dos 30 e digo que ñ me importo o q acham de mim... qdo me olho no espelho vejo tanta beleza, tanta força, sensualidade, maturidade, segurança, que ja nem lembro mais o q estava fazendo ali mesmo!!! Acredito q o 1° passo para ser bonita é se amar!!! Amo cada kilo, cada estria ou celulite de meu corpo, pois isso tudo é parte do processo de que me tornou a mulher de agora! Sem crise e depois dos 30!!!


  • luzane
    luzane comentou:
    17/03/2010 | 18:54



  • luzane
    luzane comentou:
    17/03/2010 | 18:50

    bem ainda não cheguei aos trinta, e tbm não escrava da beleza (claro que me cuido), acho que a beleza está realmente no interior de cada uma (sem essa de idade), acho ainda que muitas ficam coma aparencia "melhor" quando mais maduras...e essa materia foi otima para reafirma isso(pelo menos para mim)


  • Marie Gatinha
    Marie Gatinha comentou:
    05/04/2009 | 10:57

    Passamos por fases de nos achar feias e essa "baixa-estima", nos fazem parar de curtir as coisas boas da vida. Mas as pessoas que convivem comigo a muito tempo diz que estou melhor agora do que quando era adolescente, as vezes acordo com a pá virada me achando muito parecida com uma bruxa. Gostei dessa materia pois me fez ver que tenho que valorizar o que sou e como sou. E chegando aos trinta acredito que estou melhor que antes mas preciso ver isso de verdade, pois no momento não estou vendo

    Beijos


  • Ni Bernardes
    Ni Bernardes comentou:
    30/03/2009 | 19:51

    Há quem diga que fazer 30 anos me fez muito bem! Me deixou mais bonita.

    Com efeito, hoje meu corpo expressa com clareza o que me vai à alma.

    “Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis.” – sentenciou o escritor francês, Honoré Balzac há quase dois séculos.

    Madame Bovary, uma trintona da literatura francesa, era tão maravilhosa que seu criador, o genial Gustave Flaubert, chegou a dizer diante dos tribunais: 'Madame Bovary sou eu'.

    E o que falar de Marilyn Monroe, que fez tudo aquilo entre os 30 e os 40?

    Penso que os primeiros 30 anos de vida são para adquirir Know-how.

    Vive-se para que se preste conta à sociedade: espera-se que, na casa dos 30, já se tenha um emprego sólido, a casa própria, um relacionamento estável...

    Penso que tenho bem mais que isso: como Renata, tenho um cérebro que é o meu maior atributo físico. Continuará atraente quando ninguém mais se interessar pelo corpo!

    Depois dos 30, tem início aquilo que Jung chamou de "processo de individuação".

    Cultivo melhor a minha individualidade e, só uma idividualidade bem trabalhada pode levar-nos a um sadio altruísmo.

    Em todos os setores da minha vida, sinto-me na plenitude de mim mesma.

    E a tendência é melhorar. O tempo é um aliado. Não um inimigo!


  • Ni Bernardes
    Ni Bernardes comentou:
    30/03/2009 | 19:36

    Muita gente fala da tal crise dos 30 anos e francamente comigo não aconteceu.

    Não me vi num ‘dezembro’ da vida, rasgando papéis, fazendo balanços.

    Nenhuma auto-exigência de me lembrar de pessoas importantes, enumerar fatos marcantes, listar expectativas.

    Até me incomodava aquele tom solene: ‘ – Oh! São 30 anos de vida!’

    Queria que fosse simples. Mais um ano de vida pois, na realidade, era só isso mesmo.

    O tempo é essa abstração diabólica que nos escapa de modo inexorável.

    Como Renata, não acho digno queixar-me dele.

    O que vejo a cada amanhecer é a vida se reeditando permanentemente e é isso que me interessa.

    Envelhecer é um privilégio já que a outra opção é morrer.



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