Ni Bernardes comentou:
30/03/2009 | 19:51
Há quem diga que fazer 30 anos me fez muito bem! Me deixou mais bonita.
Com efeito, hoje meu corpo expressa com clareza o que me vai à alma.
“Uma mulher de trinta anos tem atrativos irresistíveis.” – sentenciou o escritor francês, Honoré Balzac há quase dois séculos.
Madame Bovary, uma trintona da literatura francesa, era tão maravilhosa que seu criador, o genial Gustave Flaubert, chegou a dizer diante dos tribunais: 'Madame Bovary sou eu'.
E o que falar de Marilyn Monroe, que fez tudo aquilo entre os 30 e os 40?
Penso que os primeiros 30 anos de vida são para adquirir Know-how.
Vive-se para que se preste conta à sociedade: espera-se que, na casa dos 30, já se tenha um emprego sólido, a casa própria, um relacionamento estável...
Penso que tenho bem mais que isso: como Renata, tenho um cérebro que é o meu maior atributo físico. Continuará atraente quando ninguém mais se interessar pelo corpo!
Depois dos 30, tem início aquilo que Jung chamou de "processo de individuação".
Cultivo melhor a minha individualidade e, só uma idividualidade bem trabalhada pode levar-nos a um sadio altruísmo.
Em todos os setores da minha vida, sinto-me na plenitude de mim mesma.
E a tendência é melhorar. O tempo é um aliado. Não um inimigo!
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