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As reservas financeiras podem ser feitas de várias formas e devem estar de acordo com perfil de risco de cada um, seus objetivos de valor final e prazo e o capital disponível para depositar por mês. A consultora Andréa Voûte explica que o primeiro passo é poupar, gastando menos do que se ganha. "Esse saldo pode ser depositado em uma caderneta de poupança por alguns meses, depois aplicado em um CDB para começar".
Se você já tem uma reserva e só quer manter o padrão de vida, recorra novamente à calculadora. "Seu saldo é composto do valor principal (seus depósitos) + correção monetária que recebeu (compensa a inflação para que seu patrimônio não perca poder de compra) - impostos e tarifas (cobradas pela instituição bancária e pelo governo) + juros recebidos (essa sim é a renda obtida que você pode sacar e usufruir)", ensina Andréa.
Para os que não têm pressa, uma boa alternativa é o mercado de ações. "Alguns fundos de investimentos oferecidos pelos bancos são ótimas opções para fazer seu dinheiro multiplicar ao longo do tempo. De 2002 a 2007, o Índice Bovespa rendeu mais de 300%, o que significa um excelente ganho frente a outras aplicações como a caderneta de poupança, por exemplo. Apesar das crises no mercado financeiro mundial, as ações continuam sendo recomendadas para aqueles que investem pensando no longo prazo. É possível investir em ações através de duas maneiras: diretamente por meio de uma corretora de valores ou por meio de fundos de investimentos oferecidos pelos bancos", ensina Enio Romão.
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