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Imagine aprender ou incrementar o segundo idioma curtindo as praias da Austrália, a neve no Canadá, ótimas compras nos Estados Unidos ou a noite nos pubs londrinos. Quem já passou por isso confirma: "É incrível, uma experiência única e, sem dúvida, muito enriquecedora, porque não apenas aprendemos outra língua, mas principalmente, passamos a ser mais independentes, fazemos amigos de diversas nacionalidades e conhecemos culturas totalmente diferentes da nossa", conta, entusiasmada, Larissa Reis, de 19 anos, que acaba de retornar para o Brasil depois de três meses estudando inglês no Canadá.
O.K., três meses já parece uma eternidade para muitas pessoas, especialmente para quem trabalha e só pode fazer esses intercâmbios nas férias. Mas há cursos rápidos, que variam de uma a quatro semanas. De acordo com Mariana Carneiro, Conselheira Educacional da Just Intercâmbio, o intercâmbio é a melhor maneira de se aprender um novo idioma. "As grandes vantagens de se fazer um curso no exterior são a imersão na língua, a experiência em uma cultura diferente e o grande enriquecimento pessoal", conta ela, lembrando que Austrália, Canadá e Estados Unidos estão entre os destinos preferidos dos brasileiros.
Escolha o seu
Ao escolher o seu curso, leve em consideração sua personalidade. "O melhor para uma pessoa pode ser o pior para outra. É preciso saber o que se quer: uma escola grande, pequena, com ou sem estrutura física, tipo do curso, acomodação, localização etc.", orienta Mariana.
Um outro parâmetro utilizado por muitas pessoas para definir o seu destino é o dinheiro que têm em caixa. "Independentemente do país para onde se vai viajar, as principais exigências para concessão do visto - com exceção dos países do Mercosul, que não exigem visto para brasileiros - são: fundos suficientes para a pessoa se manter e pagar o programa e vínculos com o Brasil", informa ela.
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