Hoje, em épocas de estabilidade da moeda (inflação de apenas um dígito) e pouco aumento de salário, a maioria das pessoas sabe dizer exatamente quanto é a receita mensal da família, já que o dinheiro entra uma ou duas vezes por mês.
Mas, como nem todo mundo está empregado, e nem ganha a vida como empregado de alguém, é bom avaliarmos os outros aspectos das receitas.
Antes de qualquer coisa, é bom apontar que as pessoas não são iguais. Em se tratando da busca pela sobrevivência, elas se classificam em quatro categorias:
- empregados
- autônomos
- empreendedores
- investidores
Um fator crucial para o sucesso é o famoso "conhece-te a ti mesma". Não existe o modelo correto ou incorreto, o mundo é multifacetado e aceita todos os tipos de pessoas. É a velha divisão do trabalho: alguns são empregados, outros são patrões (de si próprios ou de outros). Naturalmente, o mercado financeiro - e suas centenas de possibilidades - trouxe ao mundo moderno uma nova, e mais do que necessária, forma de agir.
As razões para precisarmos ser investidoras (além de empregadas, empregadoras ou autônomas) referem-se à nossa fragilidade na terceira idade.
O ser humano está vivendo cada vez mais (a mulher vive em média oito anos a mais que o homem), as previdências públicas estão falidas ou são insuficientes para garantir qualidade de vida na velhice, os custos com a saúde são crescentes, os casamentos estão acabando, os filhos estão cada vez mais dependentes dos pais e por aí vai.
Vamos tratar de cada um dos modelos nas próximas semanas. Porém, adiantando as regras de cada categoria temos que:
O modelo mental da assalariada e da autônoma é: "trabalho faz dinheiro"
O modelo mental da empreendedora e da investidora é: "dinheiro faz dinheiro"
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