Osteoporose > Tratamento ortomolecular

Não existe uma especialidade determinada da medicina que trate a osteoporose. Muitas vezes, é o ginecologista que administra o tratamento em mulheres, assim como ortopedistas e endocrinologistas em demais pacientes. Outra opção é a medicina ortomolecular. "O nosso tratamento é diferenciado, busca a nutrição do organismo. Nos tradicionais, quando se fala em osteoporose, logo se [...]

por Redação

Não existe uma especialidade determinada da medicina que trate a osteoporose. Muitas vezes, é o ginecologista que administra o tratamento em mulheres, assim como ortopedistas e endocrinologistas em demais pacientes. Outra opção é a medicina ortomolecular. "O nosso tratamento é diferenciado, busca a nutrição do organismo. Nos tradicionais, quando se fala em osteoporose, logo se pensa ‘está com falta de cálcio’. Só que há um momento certo para dar o cálcio para o paciente. É como fazer um bolo, por exemplo. Existe a hora correta de se colocar o fermento. Há períodos em que a paciente joga o cálcio ingerido fora. O tratamento ortomolecular trabalha inicialmente com outros minerais e vitaminas, como a D, que estão fazendo falta, para nutrir e equilibrar o organismo como um todo. O cálcio, então, é dado no momento certo", explica Dr. Marcos Natividade.

O tratamento tem uma potência muito grande. Depois que uma mulher tem osteoporose de 40%, na medicina tradicional, o máximo que se consegue diminuir é para 35%

Os especialistas afirmam que os resultados ultrapassam os da medicina tradicional. “O tratamento tem uma potência muito grande. Depois que uma mulher tem osteoporose de 40%, na medicina tradicional, o máximo que se consegue diminuir é para 35%. Na ortomolecular, conseguimos diminuir para 7%, que é uma taxa absolutamente normal. Os benefícios são visíveis”, garante Marcos. A reposição hormonal, muito utilizada em outros tratamentos, aqui é descartada. “Usa-se elementos fitoterápicos, nutrientes de ervas, que tem efeitos similares a hormônios sintéticos. Um elemento da soja, por exemplo, a isoflavona, age de forma semelhante ao estrógeno. Os remédios naturais podem demorar mais para surtirem efeito, mas não trazem os efeitos colaterais que os de farmácias podem causar”, defende Marcos Natividade.

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