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comentários (3)Charme para umas, estorvo para outras, as pintas e sardas fazem parte da vida de quase todo mundo. Nascidas por influência genética ou excesso de sol, elas podem ser clareadas ou retiradas, dependendo do gosto - e da necessidade - de cada uma. Veja agora os principais cuidados com essas manchinhas e saiba como proceder quando a presença delas indicar um problema de saúde mais sério. Antes é preciso fazer a diferenciação entre as duas:
Sardas ou efélides são manchas acastanhadas, puntiformes, que recobrem especialmente as bochechas, nariz, tórax anterior e posterior. São mais frequentes em pessoas de pele e olhos claros, normalmente ruivas ou loiras. O principal fator desencadeante é a luz solar: a pele se pigmenta para impedir a penetração dos raios.
Já as pintas podem ser congênitas ou não, e se desenvolvem em qualquer parte do corpo. O tamanho é variável, normalmente são mais escuras que as sardas e todo mundo tem entre dez e 25.
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Atenuando as sardas
Conforme explica a terapeuta dermato-funcional Fátima Pazos, da Clínica Pazos, no Rio, o pico de aparecimento das sardas ocorre no período que vai da adolescência até a idade adulta, fase a partir da qual ocorre uma diminuição da função dos melanócitos. Embora muita gente as considere um charme, efélides em excesso podem causar constrangimentos. Para atenuá-las, você pode utilizar substâncias clareadoras (à noite) contendo hidroquinona, ácido retinóico, ácido kójico e outros, complementando o tratamento com filtros solares pela manhã.
Peelings de ácido retinóico, ácido salicílico ou ácido tricloroacético também surtem bom efeito. Os principais tratamentos cirúrgicos são o laser e a luz intensa pulsada. Para a dermatologista Ana Cristina Fasanella, a segunda opção é excelente. "Representa um avanço tecnológico quando se fala do Rejuvelux Process nos tratamentos para imperfeições, manchas na face, pescoço, colo, mãos e antebraços. Oferece uma solução segura e não invasiva que pode ser programada para as condições próprias do tipo de pele, obtendo ótimos resultados estéticos", reforça.
Os peelings químicos superficiais, complementa a médica, são aqueles feitos através de aplicação sucessiva durante sete dias a um mês e não necessitam de nenhum tipo de anestesia. Indicados para manchas leves e envelhecimento discretíssimo (a partir dos 30 anos de idade), raramente resultam em complicações médicas. Podem acarretar num leve ardor tolerável e discreta vermelhidão, dependendo da substância em questão, e nos três a quatro dias subseqüentes, uma descamação aceitável corrigida com hidratantes e o uso imperativo do filtro solar.
Novidade nessa área, principalmente para quem deseja eliminar manchas e rejuvenescer, é o método Biomedic: consiste na aplicação de um gel e um serum, em casa, por 15 dias. Depois é realizada a sessão no consultório. "Faz-se o peeling em camadas, de forma indolor, sem descamação visível. Ao fim de cinco sessões, a pele é outra", garante a especialista. Denise Barcelos, da Clínica Paula Bellotti, recomenda ainda o Laser de Rubi e Triniti Ponteira SRA, o que há de mais moderno. Os preços variam de R$ 600 a R$ 1,2 mil (todas as sessões).
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