Pelos encravados  podem causar foliculite, cistos, e até necessidade de cirurgia

Esfoliação de duas a três vezes na semana ajuda a prevenir o problema 

por Mariana Bueno

Difícil encontrar uma mulher que não tenha passado pelo incômodo de ter pelos encravados. A situação é comum, mas, se não for cuidada da forma correta, pode gerar problemas mais sérios, como cistos e foliculite. Ana Paula Gomes, gerente da Depillah, explica que os pelos encravados estão ligados à qualidade do pelo. “Se ele for muito grosso ou curvo, por exemplo, ele está mais sujeito a encravar. O uso de roupas muito justas e de tecido sintético também pode provocar os pelos encravados”, afirma.

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Ela diz ainda que nas axilas e a virilha, por serem áreas de dobra e mais fechadas, alguns pelos já nascem em sentido oblíquo, o que  dificulta mais para que possam sair.

Independente do método de depilação utilizado, o que faz a diferença em relação aos pelos encravados são os cuidados que devem ser tomados para evitar que apareçam. “A esfoliação é uma grande aliada para uma depilação perfeita e segura de encravamento. Ela afina a pele e facilita a saída do pelo. O ideal é fazê-la de duas a três vezes por semana, com um bom esfoliante que não resseque e não irrite a pele. Só não se deve fazer logo após a depilação”.  Outra dica é evitar o uso de roupas justas e sintéticas, e preferir sempre roupas íntimas de algodão, principalmente nos dias seguintes à depilação.

Mas se os pelos encravados já apareceram, o ideal é manter a área afetada limpa e arejada. “Não é aconselhável espremer ou tentar tirá-los, pois isso pode piorar a situação, especialmente porque as mãos carregam muitas bactérias. Em casos de inflamação leve é recomendado passar uma pomada anti-inflamatória. Mas quando a foliculite for extrema, e em casos de inflamação com dor e pus é necessário procurar um médico. E há casos mais graves em que há a necessidade de intervenções cirúrgicas”, alerta.

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