• Crédito: Morgue File

Beleza

Entre na dança!

Além de divertido, dançar é uma boa opção na luta contra a balança

Por Lívia Diniz • 21/06/2006

A frase quem dança seus males espanta é mais do que conhecida. Porém, além dos males, a dança também espanta muitas gordurinhas - e parece que muita gente já descobriu isso. Academias e salões estão lotados de novos dançarinos, que arriscam uns passos para entrar no compasso da boa forma.

A dança saiu dos salões de baile e invadiu as telonas e a telinha. Filmes como Dança Comigo, com Jennifer Lopes e Richard Gere, e Vem Dançar, lançado em junho e que traz o astro Antonio Banderas, estão aí para provar a tendência. Já no Domingão do Faustão, da TV Globo, o quadro Dança com Famosos, em que artistas participam de uma competição dançando ritmos diferentes a cada semana, também tem feito sucesso com o telespectador. O programa tem picos de audiência quando os famosos entram em cena bailando.

Baila comigo

Dança do ventre, flamenca, sapateado e outras mais modernas, praticadas em academias de ginásticas. Opções não faltam para quem quer se exercitar e se divertir ao mesmo tempo. No entanto, a mistura de vários ritmos faz da dança de salão uma das preferidas dos pés de valsa. Mambo, rumba, merengue, tango, bolero, samba, forró... ufa! Haja fôlego! "Dançando, fazemos exercício sem perceber, interagimos e melhoramos a nossa auto-estima. Fora que a dança é democrática. Todo mundo pode fazer, é uma mistura de gente de diferentes realidades", enumera Marcello Palladino, professor de dança social da academia de dança Palladino, em São Paulo.

Antigamente, o número de mulheres era quatro vezes maior do que o de homens. Hoje, eles descobriram que dançar é uma forma de dar prazer a elas


O prazer da contradança

E essa alternativa de perder calorias numa contradança caiu também no gosto masculino. Eles deixaram o preconceito de lado para se esbaldarem ao som da salsa, do forró e do country - seus ritmos preferidos, segundo Marcello Palladino. "Antigamente, o número de mulheres era quatro vezes maior do que o de homens. Hoje, eles descobriram que dançar é uma forma de dar prazer a elas", afirma o professor.





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