Amor

Curando as feridas

por Rosana F. | 10/05/2010

Como superar as dores de uma separação, dar a volta por cima e voltar a sorrir


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Curando as feridas

Todo mundo já viu a capa do best seller "Comer rezar amar" nas vitrines das melhores livrarias, mas nem todo mundo sabe que o livro fala sobre separação. Com mais de 4 milhões de exemplares vendidos em todo o mundo, autora Elisabeth Gilbert conta como foi o ano seguinte ao seu divórcio, quando viajou mundo afora a fim de reencontrar o equilíbrio. Se você não pode se entregar a essa jornada, saiba que há outras formas de superar este momento difícil e curar as feridas.


Mesmo quando o casamento não faz mais sentido, a dor da separação é inevitável. Foi assim com a integrante da rede social do Bolsa de Mulher Vitorelli. "Depois de muitos anos, me separei. Era um casamento desgastado, mas a solidão tem batido muito forte, especialmente nos finais de semana", revela. Passado o 'luto' inicial, é possível olhar pra frente e se redescobrir. "Nós mulheres parecemos frágeis, mas aos poucos tenho descoberto um potencial muito forte que eu achava que não tinha: mais vontade de lutar e conseguir realizar meus sonhos, que durante anos tive que abrir mão por um ciúme doentio", diz ela, acrescentando que deixar para ser feliz amanhã é uma forma de ser infeliz.

Separação com filhos

No livro "Como dormir sozinha numa cama de casal", Theo Pauline Nestor fala sobre como recomeçar depois do término de um casamento de 12 anos: a dor da desilusão amorosa, o prezar pelo bem estar das filhas, como encarar a sociedade e a si mesma pelo 'fracasso' da relação. A autora conta, com algumas doses de humor, como enfrentou os próprios fantasmas, um orçamento apertado e renasceu das cinzas - encontrando um novo amor.

VEJA AQUI 5 CONSELHOS PARA SUPERAR ESSA FASE

A usuária do Bolsa Lilly viveu as dores de uma separação depois de 8 anos de casada e um filho de 4 anos. "Chorei muito, engordei horrores e vivia aos pés do meu ex, que além de tudo, de vez em quando tinha 'recaídas' só pra transar comigo. Comecei a sair dessa lama quando resolvi voltar a estudar", conta ela, que viu os estudos como uma forma de aumentar a sua autoestima. "Fiz cursinho e passei em todos os vestibulares públicos que prestei para provar que era capaz mesmo, para ter orgulho de mim mesma", revela ela, que fez novas amizades e também renovou o guarda-roupa.

Para Lilly, a melhor forma de começar a curar as feridas de uma separação é olhar para dentro de si e questionar se os seus valores são seus ou você está carregando as dores do outro. "Seja egoísta e pense em você. Por experiência própria posso dizer: pense em si mesma como alguém que merece ser feliz, dê prioridade aos seus desejos. Isso fará bem não apenas a você, mas a seus filhos. Porque eles não estarão felizes enquanto virem a mãe triste", aconselha.

Na próxima página, siga os conselhos da psicóloga


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últimos comentários (81)

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  • Su-ninha
    Su-ninha comentou:
    29/04/2012 | 16:08

    Oi pessoal!
    É triste ver como a mesma história se repete em tantos relacionamentos.
    E comigo não é diferente. Tenho 28 anos e quase 14 anos com o meu marido, me casei com 15 anos, fui mãe aos 17... Meu relacionamento por começar tão cedo, foi sempre muito infantil, amadurecemos juntos. Mas em meio a coisas boas desde o namoro as traições sempre estiveram presentes. Não sou perfeita, tenho inúmeras falhas, já magoei e fui mto magoada. Acho que é de todo ser humano, sempre sentimos necessidade de dar o troco, pois é eu dei achando que estava agindo certo, mas queridos leitores, não façam isso, não percam o respeito e a dignidade. Em meio a tantas tentativas e sempre descobrindo um fato novo, ia levando meu casamento.
    Há cerca de 2 anos havia decidido que ia me separar e já estava dando um rumo em minha vida pra que isso ocorresse, pq sei que uma decisão dessa não é feita de uma hora para outra, estava me preparando a cada dia. Pois bem, nesse tempo, fiz a burrada de me envolver com uma pessoa, acreditava que meu casamento já não tinha salvação, não acreditava no meu marido. Querer justificar minha traição pode parecer um ato covarde, mas estava cansada de ser deixada de lado, já estava farta dele chegar em casa de madrugada, de chegar bebado de preferir os amigos a família, e infelizmente me iludi. Qdo dei por mim do que fiz, me arrependi e decidi lutar pelo meu casamento, mas ele em sua infantilidade fingiu sair de casa (colocou suas coisas escondidas), e minha mãe me liga no meio do dia me dando a notícia que ele havia saído de casa, meu mundo caiu! E qdo descobri que era fingimento apenas para me testar, fiquei com tamanha raiva que resolvi me afastar dele, só que ainda morávamos na mesma casa. Ele acabou descobrindo que eu fiquei com outra pessoa e ficou péssimo, quis me deixar mas eu não o deixei fazer isso. Pedi que me perdoasse e ironicamente havia engravidado (dele é claro, pois com o outro nunca tive nada além do beijo). E qdo descobri já estava com quase 3 meses, chorei e não acreditava. Ele acabou ficando comigo, por causa da gravidez eu acho, e eu me transformei, tentei agarra com unhas e dentes a chance de salvar meu casamento, embora tenha errado vi que sempre o amei. Ele não me tratava mal, mas era indiferene a mim, não mostrou um único sinal de mudança, continuou a vida dele, a sair com os amigos, a chegar em casa de madrugada... isso machuca! Minha filha nasceu e eu achava que nossa relação estava melhor, não o pressionava, respeitava o tempo dele, e tentava compreender, afinal já passei por isso. Sou evangélica e acredito que a família e o casamento é para sempre, acreditava que tinha que lutar até o fim, que Deus seria capaz de mudá-lo. Mas depois de tantos anos, descobri que Deus só muda quem quer ser mudado. E hoje consigo ver que posso ter uma nova família. Mas para chegar a essa conclusão foi dolorido, descobri que ele tem uma "amiga" há meses e fala com ela direto por telefene (isso é o que sei), e qdo o peguei falando, tomei o telefone e falei com ela, disseque ele era casado e que tinha 2 filhas e que inclusive uma tinha 3 meses. Como eu tremia, como eu não acreditava naquilo. Mas o pior ainda não seria isso, a reação dele a este fato foi o que me dilacerou, ele simplesmente me ignorou e qdo quis conversar pedir uma explicação ele me pediu para não amolar! E depois quescobri que ele ligou para ela e falou mais de 25 min pedindo desculpa pelo que eu fiz... tenho que rir, ou seja, ele se importa com ela mas comigo...
    Comecei a enxergar de uma forma diferente, antes era capaz de passar por cima de mim por causa dele. Claro que tá doendo, dói o fato da separação, dói a rejeição, dói a indiferença.Escrevia carts, mandava torpedos mas ele nunca foi capaz de retribuir e principalmente fingia que eu nem tinha mandado nada. Ontem pedi pra ele sair de casa e amanhã ele vai pra um outro lugar. O que não consigo entender é como ele age como se nada tivesse ocorrendo ele tá fora hj, tá na rua, com os amigos, ou com as amigas sei lá.
    Tá doendo muito, mas preciso me libertar!
    Queridos, desculpem o "testamento" mas precisava desabafar, me sinto sozinha!


  • amanda_badarane
    amanda_badarane comentou:
    02/02/2011 | 17:57

    Oi Raine! não sei se você vai ler meu comentário, afinal já faz algum tempo que vc postou!
    Mas minha opinião é que vc deveria primeiro tentar conhecer um pouco mais a lei a respeito disso!
    Procura em fóruns na internet ajuda de advogados sobre isso!! Porque a gente nunca sabe se depois ele poderá alegar que vc abandou a filha ou algo assim!
    Também estou em processo de separação e procurei algo sobre as leis para me informar corretamente!!
    Abraços e boa sorte para todas nós!!


  • carolyne.cadu
    carolyne.cadu comentou:
    15/12/2010 | 17:10

    eu vi o filme e li o livro tbm e sou filha de pais separados e ja passei por crises no casamento que quase me fizerao separar..
    entao,sei muito bem como é a dor de uma separaçao!!!!!!!!!!!


  • novo comentário

    Você
    :D


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