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Ceila Santos, 35 anos, jornalista, São Paulo
"Aprendi a economizar água, separar o lixo para reciclagem e não sujar as vias públicas, pequenos detalhes que fazem parte do meu cotidiano e tento passar para minha filha. O que considero mais importante para tornar um mundo melhor é o respeito. Não se trata apenas de respeitar as diferenças que ainda representam lutas culturais, como cor, opção sexual, raça e deficiências físicas. Mas, principalmente, a opinião e o jeito de ser de cada um. Quando há respeito ao ser humano, o ambiente muda completamente".
Ana Claudia Bessa, 37 anos, química, Rio de Janeiro
"Um dia comecei a me fazer perguntas sobre a realidade do nosso planeta e pensei: Por onde eu começo? Meio que instintivamente, fiz minha parte: mudei de casa, comecei a fazer coleta seletiva do meu lixo, plantei mais árvores, me dediquei a dar mais tempo e atenção descompromissada para meus filhos - tiro-os da frente da TV sempre que possível, compro menos coisas para eles, para nós e para a casa e ainda tento me ater àquilo de que realmente preciso. Criei um blog, chamado ´O Futuro do Presente´, onde trago informações sobre meio ambiente e compartilho minhas idéias sobre o mundo que vamos deixar para nossos filhos. Acho que esse é um bom primeiro passo: começar por nós mesmos".
Ana Paula Pavelski, 29 anos, advogada, Curitiba
"Valorizo muito minha família e as pessoas próximas. Também sou paciente com as pessoas e as situações, porque, nesta correria em que vivemos hoje, paciência é muito importante. Como ajudar ao próximo também faz o mundo melhor, sempre participo de campanhas de doação de alimentos, roupas e brinquedos. Respeito o trânsito, não jogo o lixo na rua e faço a separação dele para reciclagem. Por fim, tento ser dedicada e competente em tudo o que faço, porque tenho consciência de que meu trabalho interfere, de alguma forma, na vida das pessoas".
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